André Brandão pode ser demitido da presidência do Banco do Brasil após plano de demissão voluntária

Banco do Brasil

Com o anúncio de um plano de demissão voluntária do Banco do Brasil, o atual presidente da estatal, André Brandão, pode ser demitido do cargo a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Este processo de demissão, mais o anúncio de fechamento de agências, teria irritado o presidente da República.

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Brandão assumiu o cargo a menos de quatro meses e seria o responsável em alavancar os negócios do banco público, que ganhou concorrência forte nos últimos anos, como Nubank e Banco Inter.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, considera Brandão apto ao cargo de presidente do Banco do Brasil e tenta acalmar Bolsonaro e impedir a demissão. Segundo Guedes, ele concorda com a essência do plano de ajuste apresentado pelo banco.

O presidente do BB anunciou o fechamento de 361 unidades, sendo 112 agências do Banco do Brasil. Além disso, foram criados os programas Adequação de Quadros, para redistribuir a força de trabalho, e o Programa de Desligamento Extraordinário, disponível a todos os funcionários do banco que atenderem a pré-requisitos.

A estimativa do Banco do Brasil é que cerca de 5 mil funcionários façam adesão aos dois programas. O Ministério da Economia entende que o programa é tecnicamente impecável e promove redução de custos do banco, mas a adoção da medida foi considerada desastrosa, um erro político.