Banco Pine reduz prejuízo no primeiro trimestre de 2020

Banco Pine

O Banco Pine apresentou um prejuízo de R﹩ 2 milhões no 1T20, o que representa uma recuperação financeira de 94,4% na comparação com o mesmo período no ano anterior e de 90,4% em relação ao 4T19. Ainda nos últimos 12 meses, a base acionária da instituição cresceu 534%, ultrapassando os 11 mil acionistas ao final de março de 2020.

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Com a pulverização dos negócios e entrada em novos mercados, a instituição gerou crescimento da Margem Financeira Bruta (MFB) impulsionada pela maior rentabilidade consequente do aumento da carteira de crédito classificada no segmento Empresas – também conhecido como middle market; pela redução no custo de crédito; e devido à manutenção do patamar de despesas operacionais, com destaque para a redução de 23,5% nas despesas de pessoal.

Como resultado da estratégia de ampliação da base de clientes, o Banco elevou sua participação do segmento Empresas – empresas com faturamento anual de até R﹩ 500 milhões – responsável por 28% da carteira expandida e 52% das receitas de crédito – o que resultou em uma Margem Bruta de R﹩ 17 milhões no 1T20 ante os R﹩-12 milhões do 1T19. As receitas oriundas das operações com clientes somaram R﹩ 16 milhões no 1T20. Com isso, a taxa média com clientes registrou expansão para 1,80% ante 0,16% no 1T19, refletindo a mudança na composição do mix de produtos e de segmentos.

Carteira de crédito

Parte do novo modelo de negócios do Banco Pine, a carteira de crédito classificada (Res. 2.682) totalizou R﹩ 3,4 bilhões em março, um crescimento de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2019. Mais uma vez, esta evolução reflete o incremento de 34,3% no portfólio do segmento Empresas nos últimos 12 meses, que atingiu R﹩ 1,1 bilhão no terceiro mês do ano, ante R﹩ 828 milhões no mesmo período de 2019.

Já a carteira de crédito expandida encerrou o trimestre em R﹩ 4,1 bilhões, uma redução de 4,4% em relação ao ano passado, principalmente no produto de fianças prestadas.

Com relação à qualidade do crédito, refletindo a maior robustez do balanço, o Índice de Cobertura acima de 90 dias permaneceu em nível confortável, alcançando 306% ao final de março de 2020, patamar bem superior à média do Sistema Financeiro Nacional de 194%. Vale destacar que, em 2019, a instituição incrementou de forma relevante o provisionamento de casos do legado, reforçando a faixa E-H de maneira prudencial.

Captações e liquidez

Neste trimestre, o Banco Pine avançou junto a terceiros na estratégia de captar recursos com fluxo de vencimentos acima de cinco anos, buscando um maior conforto de liquidez diante do atual cenário de incertezas e encerrou o trimestre com caixa livre em R﹩ 1,6 bilhão – patamar confortável e alinhado com o seu fluxo de vencimentos e originação de crédito.

Os índices de liquidez de longo prazo fecharam bem acima do mínimo regulatório, reflexo da estratégia de alongamento das captações. Vale ressaltar que ao final de março de 2020, as captações com liquidez diária representavam menos de 2% do total de funding.

COVID-19 e impactos futuros

No final de fevereiro, o Brasil começou a sentir os impactos da crise gerada pelo novo coronavírus, que trouxe incertezas acerca da economia mundial e impactaram diretamente o mercado de capitais, com volatilidade acima da média em todos os setores. Diante da nova realidade, o Banco Pine ajustou sua estratégia para lidar com a pandemia e garantir a continuidade dos nossos negócios, amenizando os impactos aos clientes e colaboradores.

O Presidente da casa, Mauro Sanchez, afirma que a instituição ajustou o ritmo da estratégia de crescimento e focará a atenção da gestão para assegurar a continuidade dos negócios, assim como as melhores práticas para seus colaboradores e clientes, preparando-se para os principais desafios futuros.

“Sabemos que o momento exige cautela e responsabilidade para gerir os negócios de forma clara, segura e objetiva. Levamos em consideração todas as políticas e recomendações apresentadas pelo Ministério da Saúde e ativamos nosso plano de continuidade de negócios, além de instaurarmos o Comitê de Crise composto por todos os Diretores. Como resultado de todos esses esforços, conseguimos, desde meados de março, implementar a execução operacional do Banco sem qualquer tipo de interrupção, nos beneficiando de todo o investimento feito em nossa transformação digital desde 2017”, reforça Sanchez.

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