Brasil mantém alta de fechamento de empresas pelo 4º ano seguido

Uma pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com levantamento realizado em 2017 mostra que, pelo quarto ano consecutivo, o Brasil teve mais fechamento do que abertura de empresas.


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Os números mostram que, em 2017, o país teve 699,4 mil companhias que encerraram suas atividades, contra 676,4 mil que começaram o negócio, sendo que 503,21 nasceram naquele ano e 173,23 reativaram suas atividades, um saldo negativo de 23 mil empresas.

Durante quatro anos, o Brasil perdeu 316.680 empresas, de acordo com o IBGE. O saldo positivo ficou em relação as pessoas assalariadas, que somou 829,4 mil pessoas, em uma alta de 2,6%. A saída correspondeu a 469,4 mil, uma perda de 1,5%. A diferença de um percentual para outro ficou em 360 mil pessoas.

Empresas com apenas o dono

O IBGE também mostrou que a maioria das empresas que foram abertas não tinham empregados, apenas o dono. Cerca de 73,9% das companhias não tinha funcionários, apenas sócios e proprietários, e 23% possuíam de um a nove funcionários.

O mesmo se nota nas empresas fechadas, sendo que 82,8% não tinham empregados e 16,2% tinham de um a nove funcionários.

No levantamento total, cerca de 97,8% das empresas que entraram no mercado em 2017, e 99% das empresas que saíram tinham até nove empregados.

Empreendedores

A pesquisa mostrou que das empresas ativas em 2017, 20.306 eram consideradas de alto crescimento ou empreendedoras, sendo um dos menores números desde que o Instituto iniciou este tipo de pesquisa. Empresas nesses parâmetros tem, em média, um volume de empregados de pelo menos 20% ao ano.

Perdas na construção e educação

No sentido de perdas em valores absolutos, os mercados que mais perderam foi o comércio: reparação de veículos automotores e motocicletas (1.570) e construção (1.030).

A construção (-35,5%) e educação (-31,4%) se destacam em termos de valores absolutos.

Informação e comunicação apresentou a menor redução de -4,5%.



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