Empreendedores brasileiros estão buscando se preparar para o Pix, aponta pesquisa

Pix

Pouco mais da metade dos empreendedores brasileiros já sabe o que é o Pix, mas não está pronta para realizar operações pelo novo meio de pagamento, revela levantamento feito pela Stone neste mês, faltando apenas alguns dias para o início das operações.

Saiba mais

Aprenda a se proteger dos golpes na Black Friday

Setor da saúde é o que mais contrata em 2020, de acordo com pesquisa

Empresas investem em app de delivery próprio para reduzir custos

Qual a diferença entre assessor de investimento e gerente de banco?

Stark Bank oferecerá serviços com Pix e B2B

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 6 de novembro, com a participação de 1.065 mil lojistas, de todas as regiões brasileiras, sendo 34% do varejo, 23% do setor de alimentação, 10% do comércio de roupas e acessórios, 7% em serviços de saúde e 16% de outros.

O levantamento mostrou que aproximadamente 64% dos donos de pequenos e médios negócios consultados pela Stone sabem o que é o Pix. Porém, cerca de 77% do total de entrevistados afirmou que, no momento, não estão ou não sabem se estão prontos para receber e/ou realizar pagamentos pelo novo modelo que entra em operação no próximo dia 16. Ainda, 32% do total de lojistas dizem que não pararam para estudar o assunto e, por isso, sentem-se despreparados.

“As vantagens do Pix só serão realmente conhecidas pelos lojistas quando a adoção do novo método de fato acontecer”, explica Breno Maximiano, head de Banking da empresa de tecnologia financeira.

Ainda, 24% dos participantes do levantamento ainda não se sentem seguros com as comunicações sobre o Pix divulgadas até o momento. As principais dúvidas são quanto à usabilidade e funcionalidade, custos e taxas, além de segurança e confiança no novo meio de pagamento.

“A Stone, como uma desenvolvedora de soluções para os empreendedores, quer aproximar o Pix dos outros métodos de pagamentos já conhecidos pelos comerciantes. Assim, ele se familiarizará com o novo cenário. O sistema é extremamente seguro e a Stone, que é regulada pelo Banco Central, participa de forma direta no modelo junto ao regulador”, finaliza Maximiano.