Fintech oferece crédito para evitar inadimplência e escapar de juros

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(Foto: Divulgação)

Pelo menos dois milhões de pessoas fecharam o mês de julho endividadas na capital paulista. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela FecomercioSP, 20,2% das pessoas estavam com as contas atrasadas, totalizando mais de 790 mil contas a pagar.


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Ao tentar evitar que as dívidas virem uma bola de neve, muita gente recorre ao cartão de crédito, mas esquece de um detalhe importante: essa modalidade de crédito possui as maiores taxas de juros do mercado. E o que deveria ser a solução vira um problema ainda maior. Principalmente sabendo que, também de acordo com a FecomercioSP, cerca de 70% das famílias paulistanas possuem dívidas no cartão.

Para evitar juros tão altos, já é possível encontrar no mercado algumas alternativas de empréstimo mais justas e acessíveis. É o que oferece a Consiga+, fintech de crédito consignado privado, que tem o intuito de democratizar o acesso ao crédito no Brasil.

Enquanto a taxa de juros para empréstimos pessoais é de 6,7% nos maiores bancos brasileiros, os empréstimos consignados, em sua modalidade privada, cobram taxas mensais que podem ser de 2,7%, informa o Banco Central do Brasil, valor que varia conforme o segmento da empresa conveniada e o perfil de risco individual de cada colaborador dela.

Quem já fez empréstimo sabe quanta dor de cabeça essa nova dívida pode trazer. “Em um primeiro momento, é um alívio conseguir pagar as contas atrasadas, mas é preciso ter em mente que a parcela do empréstimo nada mais é do que um novo gasto na lista. E se essa dívida não for sanada dentro do prazo, ela se multiplica e sai do controle”, explica Victor Loyola, cofundador e coCEO da Consiga+.

Por isso, nada melhor do que ter acesso a uma modalidade de crédito que não interfira tanto no orçamento mensal, já que o valor emprestado é calculado com base no que o cliente pode pagar. “O crédito consignado é mais barato do que qualquer outra modalidade de crédito pessoal e na Consiga+ o valor pode ser solicitado até mesmo por colaboradores negativados”, conta Leandro Molina, CEO da fintech. Justamente por se tratar de um produto que é limitado a um percentual da renda (o empréstimo não ultrapassa 30% do salário líquido do trabalhador), essa modalidade de crédito acaba ajudando também na disciplina financeira de quem a contrata.

Com base em pesquisa realizada com parte dos seus 12 mil clientes ativos, a Consiga+ constatou que 80% deles utilizam o empréstimo para quitar dívidas mais caras – inclusive, boa parte dos brasileiros possui dívidas altíssimas envolvendo financiamento de casa e carro. Entre os negativados, 40% resolvem suas pendências financeiras em até dois meses.

Além disso, uma calculadora que funciona em tempo real dentro da Consiga+ revelou que os clientes da empresa já economizaram mais de R$35 milhões só neste ano em juros que teriam que arcar caso optassem por outra forma de crédito.

O modelo desenvolvido pela Consiga+ deu tão certo que, em menos de um ano no mercado (as operações começaram em 2018), a fintech se tornou uma das mais relevantes do país. Hoje atende mais de 70 empresas, cobrindo mais de 200 mil colaboradores, volume que tem crescido mensalmente. Uma equipe de 52 pessoas gerencia uma carteira acima de R$ 50 milhões.

Investindo constantemente em tecnologia para aprimorar suas soluções e levar mais inovação na experiência de seus clientes, a Consiga+ espera romper a barreira dos R$100 milhões ainda este ano.



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