Por que esse é o melhor momento para investir em renda variável?

Vivemos em uma época onde muitos brasileiros estão em busca de formas mais eficientes de guardar dinheiro. De acordo com a pesquisa “Ecossistema do Investidor Brasileiro” realizada pela Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (B3), o número de pessoas que investirão em renda variável até 2020 chegará a cerca de 2 milhões, quase o dobro de CPF’s cadastrados hoje nesse mercado. Esse é um dado importante que tem chamado atenção do mercado financeiro.

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A projeção otimista é resultado do momento econômico favorável para investimento em ações, como a melhora da educação financeira por meio de iniciativas que têm aproximado a pessoa física dessa realidade e da pulverização de plataformas que ajudam a realizar compra e venda de títulos. Mas, afinal, por que então consideramos que esse é o melhor momento para se investir na bolsa de valores?

Em primeiro lugar, é preciso entender a diferença entre renda fixa e renda variável. Chamamos de “fixos” os títulos de uma dívida que são adquiridos no banco que, em geral, têm uma rentabilidade pré-definida e afixada de acordo com as taxas de regulamentação de dinheiro, como o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), por exemplo. É um tipo de aplicação que rende menos porque o risco é mais baixo. Trata-se do título de uma dívida. As chances de perda são muito menores.

Já a renda variável trata-se de uma transação de compra de parte de um negócio e, por isso, pode ser impactada por diversos aspectos políticos e econômicos. Sendo assim, podem oscilar entre a perda e o ganho, ou seja, o valor da compra e venda será muito mais volátil tendo um risco maior.

Nesse cenário, o mais indicado é que um investidor (PF), que esteja ingressando no mercado financeiro, diversifique bastante a sua carteira alternando entre renda fixa e variável. O percentual de aplicação em cada uma vai depender do seu perfil. Os conservadores terão muito mais renda fixa em seu portfólio, enquanto os mais ousados poderão arriscar mais e aumentar o percentual de investimento em ações, por exemplo.

Com a taxa básica de juros em queda, chegando ao seu menor valor histórico, esse é o momento certo para que os interessados em investir comecem a trilhar o seu caminho, embora no Brasil, apenas 1% das famílias tenham algum tipo de investimento na bolsa, segundo dados do Banco Central Americano.

Por esse motivo, é muito importante que haja o incentivo à educação financeira relacionada ao mercado de investimentos, e é justamente esse setor que pretendemos desbravar. Queremos mostrar que todo mundo pode investir na bolsa de valores com informação de qualidade!

* Pedro Albuquerque é CEO e fundador do TC, um dos principais agentes de educação financeira do país

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