Quando poderá ser realizado o saque de R$ 998 do FGTS?

Governo aprova aumento no saque das contas do FGTS, mas ainda precisa de assinatura do presidente; calendário da Caixa é mantido para 2019

Saque FGTS

O Governo Federal aprovou no início do mês de novembro um aumento no saque das contas do FGTS. Anteriormente, o contribuinte podia sacar até R$ 500, e agora, com a nova Medida Provisória, o saque poderá ser de até R$ 998, correspondente ao atual valor do salário mínimo.

No entanto, quando poderá ser realizado esse saque?

Saiba mais

Salário mínimo deve ter alta de R$ 32 em 2020

6 passos para fazer o 13º salário render

Bancos anunciam mutirão de renegociação de dívidas para dezembro

13º salário: conheça os direitos do trabalhador

Atualmente, a Caixa Econômica Federal está liberando os saques de até R$ 500 respeitando o calendário estipulado pelo governo. As modificações aprovadas ainda precisam ser assinadas pelo presidente Jair Bolsonaro e não há uma previsão para esta liberação.

Com isso, o calendário segue da mesma maneira, com a possibilidade de saque de até R$ 500. Confira como está o calendário:

Nascidos em janeiro: já podem sacar

Nascidos em fevereiro ou março: já podem sacar

Nascidos em abril ou maio: já podem sacar

Nascidos em junho ou julho: já podem sacar

Nascidos em agosto: recebem a partir de 29/11/2019

Nascidos em setembro ou outubro: recebem a partir de 6/12/2019

Nascidos em novembro ou dezembro: recebem a partir de 18/12/2019

Lembrando que o calendário foi antecipado pelo governo, para que todos os trabalhadores pudessem fazer a retirada ainda em 2019.

Saque-aniversário

A outra proposta que já está em vigor é o saque-aniversário. Em vez do trabalhador fazer a retirada do FGTS após demissão sem justa causa, o mesmo receberá valor no mês de aniversário. Perderá o direito de sacar após a demissão, mas mantém o direito à multa de 40%. A adesão é opcional.

Saque de R$ 80

Será possível fazer o saque da conta do FGTS quando tiver até R$ 80, desde que não tenham sido feitos depósitos por, no mínimo, um ano. Essa regra começará a valer a partir de 2020.