Senado vota crédito especial para profissionais liberais nesta quinta

Crédito Profissionais Liberais

O Senado realiza nesta quinta-feira (21), às 16h, sessão deliberativa remota para analisar proposta que concede uma linha de crédito especial para profissionais liberais, que atuem como pessoa física, para reduzir os impactos econômicos decorrentes da pandemia causada pelo coronavírus. Estão inseridos nesta lista profissionais como contadores, médicos, dentistas, advogados e arquitetos, entre outros.

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De autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), o Projeto de Lei (PL) 2.424/2020 determina que as regras terão vigência enquanto durar o estado de calamidade em razão do coronavírus e prevê um limite de financiamento de até R$ 50 mil por beneficiário, que pagará uma taxa efetiva de juros de 2,5% ao ano. O pagamento do crédito deverá ser feito em até 24 meses, com carência máxima até 31 de dezembro de 2021.

Ainda de acordo com a proposta, o financiamento deve ser utilizado para despesas de capital de giro do tomador para cobrir custeio, manutenção e formação de estoques, incluindo salários e contribuições, e outras com risco de não serem honradas em decorrência da redução ou paralisação da atividade produtiva.

Na justificativa do projeto, o autor explica que, com a paralisação de vários setores da economia em atenção às determinações das autoridades de saúde e dos gestores municipais e estaduais, muitos profissionais não tiveram alternativa para continuar exercendo suas atividades. Sem salário fixo e com as portas fechadas, conforme Girão, esses trabalhadores estão impossibilitados de arcar com despesas básicas, como aluguel, água e luz.

“Um destes setores de profissionais liberais que sofreu forte abalo foi o dos cirurgiões dentistas ‘autônomos’. Essa categoria, que pelas características da sua atuação em relação aos pacientes está na no topo da classificação de risco de contágio pelo coronavírus, vem se ressentido ainda mais da crise econômica pelo fato de não ter sido agraciada por linhas de crédito ofertadas pelos bancos oficiais, bem como não se encaixar nos benefícios oferecidos em medidas anteriores”, destacou.

A matéria aguarda apresentação de relatório pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).

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