Tesouro direto é o investimento mais buscado pelo brasileiro

Tesouro Direto
(Foto: Divulgação)

O mercado financeiro ainda parece obscuro e distante dos brasileiros. Siglas complicadas, taxas e porcentagens podem ser motivos para afastar as pessoas dos investimentos. No entanto, esse panorama está mudando. Uma pesquisa realizada pela SEMrush, líder global em marketing digital, mostrou que as pessoas estão pesquisando sobre investimentos nos principais mecanismos de busca da internet, como Google e Bing.


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De agosto de 2018 a julho de 2019, foram feitas mais de quatro milhões de buscas sobre Tesouro Direto. Imaginando que cada pesquisa foi realizada por uma pessoa diferente, podemos dizer que esse número ultrapassa os habitantes do Amazonas, maior estado brasileiro. Na sequência, os termos pesquisados no período foram Taxa Selic, com mais de 853 mil; Renda Fixa em 167 mil buscas; e Fundos Imobiliários, com pouco mais de 165 mil.


Esse levantamento ainda mostra que nestes doze meses houve um aumento de mais de 22% nas pesquisas sobre sobre Tesouro Direto. Outro ponto importante é que o mês com mais incidência de pesquisas é janeiro. Isso pode indicar que a chegada do ano novo ou até mesmo o 13º terceiro incentivam os brasileiros a pensar em investir.

Para Francis Wagner, CEO e fundador do App Renda Fixa, plataforma online de busca e comparação de opções de investimentos, é extremamente importante que a pessoas pesquisem e se eduquem cada vez mais o mercado financeiro. “O mercado no Brasil é muito promissor e ainda está engatinhando. Vemos um aumento significante no interesse pelo mercado financeiro e o brasileiro precisa entender que investimentos são acessíveis”, explica.

Aproveitando as dúvidas reunidas no levantamento da SEMrush, o App Renda Fixa listou as principais informações sobre os termos pesquisados para tornar ainda mais fácil o entendimento dos brasileiros.

– Tesouro Direto: É uma modalidade investimentos dentro de renda fixa, temos o Tesouro Selic, o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA+, estes últimos dois também possuem a variação que paga semestralmente, além do padrão de pagamento no vencimento da contratação. Qualquer pessoa pode investir, desde que respeite os limites de valor mínimo, que costuma permanecer na casa dos trinta a quarenta reais, e valor máximo diários, R$ 1 milhão

– Taxa Selic: A taxa básica de juros, serve para regular a economia, impulsionar ou retrair o consumo e a inflação. É usada em políticas econômicas para reequilibrar o cenário econômico. Quando a Selic cai, a taxa geral dos demais títulos também cai e se torna cada vez mais difícil conseguir ter uma rentabilidade expressiva com a segurança dos títulos da renda fixa. A taxa é definida a cada 45 dias pelo COPOM, o Comitê de Políticas Monetárias, um órgão que deriva do Banco Central.

– Renda Fixa: Uma modalidade de investimentos cujo nível de risco é mais baixo, a segurança é maior, existe um prazo para o vencimento da aplicação. Justamente por ser mais segura a rentabilidade é menor. Os títulos mais comuns e conhecidos são: CDB, LC, RDB, LCI, LCA, CRA, CRI, Debêntures, Debêntures Conversíveis e Debêntures Incentivadas. Os investimentos podem ser feitos até mesmo a partir de um real, apesar de serem mais difíceis de serem encontrados neste valor.

– Fundo imobiliário: É uma categoria de renda variável focada no setor imobiliário. Existem alguns tipos como fundo de desenvolvimento, fundo de papel, fundo de tijolo e fundo de fundos. Cada subclasse vai apresentar uma composição diferente. Ao adquirir uma cota, o investidor passa a possuir um pedaço do patrimônio que está dentro do fundo, na grande maioria dos fundos imobiliários existe o pagamento de dividendos mensais que devem ser respectivos a 95% do lucro líquido do fundo dentro de um semestre.



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